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Quer saber mais sobre o trabalho de assistentes sociais e o enfrentamento ao etarismo?


Data de publicação: 13 de maio de 2026
Fotos: Rafael Werkema
Créditos: Diogo Adjuto

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Mais um importante documento está disponível para aprimorar a atuação profissional de assistentes sociais: a nota técnica “Etarismo e defesa de direitos humanos: o processo de trabalho da(o) assistente social e o enfrentamento ao etarismo”. A nota é de autoria das assistentes sociais Hingridy Fassarella e Sálvea Campelo. 
 
Clique aqui e acesse a nota 

A nota sobre o etarismo é fruto do debate realizado no 51º Encontro Nacional CFESS-CRESS, em Belo Horizonte (MG) em 2024. O documento aborda o enfrentamento ao etarismo e à discriminação por idade no trabalho de assistentes sociais, promovendo a defesa da diversidade e dos direitos humanos nas diferentes fases da vida. 

A publicação, disponível no site do CFESS, também defende que, de forma geral, a diversidade humana e as diferentes experiências de idade são bases importantes para os fundamentos profissionais e para a direção ética e política do trabalho voltado ao enfrentamento do etarismo. Nesse sentido, compreender que o tempo faz parte da vida e amplia a complexidade humana é um primeiro passo fundamental.  
 
De acordo com as autoras, a idade não é apenas um dado biológico: ela é uma construção social e histórica, presente nas formas como diferentes sociedades definem quem são as crianças, adolescentes, jovens e pessoas velhas. “Por isso, compreender as idades exige analisá-las em conjunto com outros elementos que constituem os sujeitos e a sociedade em que vivemos”, diz trecho da nota. 
 
A coordenadora da Comissão de Ética e Direitos Humanos do CFESS, Karen Albini, destaca que o objetivo da publicação é subsidiar a atuação profissional, de modo que assistentes sociais compreendam a necessidade da promoção da diversidade, da defesa de direitos e da desconstrução de preconceitos relacionados às idades. 

“Não podemos esquecer que a discriminação por idade se entrelaça com racismo, sexismo, capacitismo e outras formas de opressão, agravando, muitas vezes, as situações de desproteção social. Nossa atuação é para promover ações educativas, fortalecer as legislações e as políticas sociais para combater o etarismo”, completa Albini.  

Clique e acesse a nota técnica 

 
 


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