Terça, 07 de Abril de 2015.
Tempos difíceis, tempos de reflexão e luta!
Leia o CFESS Manifesta que faz uma análise de conjuntura a partir das manifestações que vêm ocorrendo desde março em todo o país
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Imagem mostra ilustração com manifestantes divididos em três cores: vermelho, azul e branco. Arte: Rafael Werkema/CFESS

 

No próximo dia 12 de abril, uma parcela da população brasileira promete voltar às ruas para pedir o impeachment da Presidenta Dilma Rousseff. É a mesma turma que, no último dia 15 de março, carregada de expressões reacionárias e golpistas, realizou protestos em todo o país contra o governo e o Partido dos Trabalhadores (PT), e que contou, inclusive, com gente pedindo intervenção militar.

 

Hoje, 7 de abril, manifestantes de centrais sindicais, da União Nacional dos Estudantes (UNE) e do Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Sem Terra (MST) tentaram impedir na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), a votação Projeto de Lei 4330, que liberaliza a terceirização de empregados e empregadas. O protesto acabou em conflito com a Polícia Militar e dezenas de pessoas ficaram feridas.

 

Como o Serviço Social brasileiro tem visto todos estes acontecimentos?

 

Para responder a esta pergunta, o CFESS produziu um manifesto de análise conjuntural. “O Conselho Federal se coloca claramente contrário ao conservadorismo evidenciado nas manifestações presentes no dia 15/3, em que setores insatisfeitos das classes média e alta reivindicaram, inclusive, a volta da Ditadura Militar”, diz trecho do documento.

 

O CFESS Manifesta também afirma que o Conselho Federal não se coloca no campo de “crença nas possibilidades de disputa do atual governo que, em suas práticas, tem mostrado sua dureza econômica e política contra a classe trabalhadora, dada sua opção pela manutenção dos fundamentos da política econômica, pelo capital financeiro e superávit primário, pelo gerenciamento privado nas instituições públicas”, entre outras ações do Governo Dilma.

 

“O quadro nos sinaliza que o enfrentamento não encontra saída nos termos colocados pelas últimas manifestações; pelo contrário, exige uma posição firme e clara de lutadores e lutadoras sociais, que denuncie tanto os retrocessos e ataques aos direitos humanos e sociais, presentes neste governo, quanto os perigos na tensão conservadora que marca parte das últimas manifestações, de claro teor fascista. Ao construir uma outra forma de resistência legítima dos interesses da classe trabalhadora,  devemos assegurar a busca  da unidade, orientada para a transformação radical da nossa sociedade”, afirma a entidade em outro trecho.

 

Leia o CFESS Manifesta “Serviço Social e análise de conjuntura”

 

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