:: 05/09/2008
Projeto de Lei 1890/2007 demorou a sair da Câmara dos Deputados
Expectativa agora é para aprovação também no Senado Federal
O Projeto de Lei que prevê redução da carga horária para as (os) assistentes
sociais chegou ao Senado na quinta-feira, quatro de setembro: um ano e sete
dias depois de ser apresentado no Plenário da Câmara dos Deputados, onde foi
aprovado. Mais um passo importante na busca por melhores condições de trabalho.
O CFESS continua acompanhando e em breve haverá notícias sobre a tramitação que aguarda o PL para os próximos meses.
:: 20/08/2008
Clique em cada título e veja as matérias
:: 09/08/2008
III
Mostra Nacional de Produção em Saúde
da Família. CFESS leva reflexão às
comemorações dos 15 anos do PSF
:: 10/06/2008
Câmara
Federal
aprova projeto de lei que prevê carga horária de
30 horas para
Assistentes Sociais
Na
tarde desta terça-feira (6), durante a sessão da
Comissão de Constituição e
Justiça e
Cidadania da Câmara dos Deputados, foi aprovado o projeto de
lei
1890/2007 que prevê carga horária de 30 horas para
assistentes sociais. Durante a votação, estiveram
presentes conselheiras do Conselho Federal de Serviço Social
(CFESS), do Conselho Regional de Serviço Social (CRESS)
8ª
região/DF, assistentes sociais do Distrito Federal e de
outras
unidades da federação. Para a conselheira do
CFESS,
presidente em exercício, Sâmbara Paula Ribeiro,
“a
aprovação de hoje representa mais um passo
importante em
direção à
redução da jornada de
trabalho dos/das assistentes sociais, o Conselho Federal tem apoiado o
PL por entender que ele favorece a melhoria das
condições
de trabalho e portanto a qualidade dos serviços
às/aos
usuários”.
A princípio, o PL, de autoria do deputado federal Mauro
Nazif
(PSB/RO), estava em 103ª posição na
pauta de
votação, mas a partir da
articulação
das/dos assistentes sociais presentes, o deputado José
Genoíno (PT/SP) solicitou à presidência
da mesa
inversão de pauta para adiantar sua
votação. “A
mobilização e participação
dos
profissionais nesse processo, comparecendo a essa última
votação na Câmara, demonstra a
disposição da categoria em permanecer na luta
sempre”
acrescenta Sâmbara.
O projeto de lei segue agora para o Senado Federal, segundo Ramona
Ferreira, conselheira 1ª tesoureira do Conselho Regional de
Serviço Social 8ª região/DF,
será preciso
mobilização para acompanhar a
tramitação e
dialogar junto às/os senadores/as para falar da
importância desse projeto de lei. Ainda de acordo com a
conselheira, “esta é uma conquista importante, a
redução da carga horária,
além de abrir
oportunidades de emprego, aproxima as assistentes sociais de outras
categorias e contribui para melhorar a qualidade dos
atendimentos”.
A assistente social Clara Maria Cardoso, que trabalha no
Ministério Público Federal, esteve presente na
votação e participou do processo de
mobilização para que o projeto fosse aprovado.
Para ela,
o mais importante é que essa proposta vai proporcionar
qualidade
de vida para as/os assistentes sociais que em sua maioria atuam em
situações estressantes nas mais diversas
áreas
(saúde, assistência social,
sócio-jurídica,
etc). “As assistentes sociais precisam ter sua
saúde
física e mental garantidas para continuar lutando pelos
direitos
das pessoas, esta aprovação representa o
reconhecimento
de que nós somos trabalhadoras inseridas no mercado de
trabalho
e precisamos de condições adequadas para o
exercício de nossa profissão”.
O CFESS continuará a publicar
informações sobre a
tramitação da proposição em
sua
página na Internet www.cfess.org.br.
Cadastre seu e-mail para receber informações do
CFESS
enviando uma mensagem para comunicacao@cfess.org.br.
Veja as fotos da
votação.
Camilla
Valadares
Assessora de Comunicação
Conselho Federal de Serviço Social (CFESS)
:: 09/06/2008
O Conjunto
CFESS/CRESS
na Luta por Melhores Condições de Trabalho
para
Assistentes
Sociais
PL 1890/2007
A
luta por melhores condições de trabalho para
assistentes
sociais é um compromisso histórico do Conjunto
CFESS/CRESS e se insere na luta pelo direito ao trabalho com qualidade
para toda a classe trabalhadora, conforme estabelece nosso
Código de Ética.
Nossa luta pauta-se pela defesa de concurso público, por
salários compatíveis com a jornada de trabalho,
funções e qualificação
profissional,
estabelecimento de planos de cargos, carreiras e
remuneração em todos os espaços
sócio-ocupacionais, estabilidade no emprego e todos os
requisitos inerentes ao trabalho, entendido como direito da classe
trabalhadora.
A Resolução CFESS n° 493/2006
é um instrumento
dessa luta ao estabelecer condições
éticas e
técnicas para o exercício da
profissão.
Pautados por esses parâmetros, apoiamos o PL 1890/2007, que
institui jornada de trabalho de 30 horas para assistentes sociais, como
uma das estratégias que se situam num plano mais geral de
lutas
por melhores condições de trabalho.
Manifestamos nossa posição após
participar de 4
audiências com os parlamentares (autor e relator do PL),
realizar
amplo debate do CFESS, CRESS e Seccionais com o autor do PL em 23 de
abril de 2008, ocasião em que manifestamos algumas
preocupações:
1.
Risco de apresentação de emendas com
alteração de outros artigos da Lei 8662/1993,
visto que o
PL propõe acrescentar um artigo à nossa Lei de
Regulamentação. Recebemos a
informação que
as emendas só podem versar sobre o tema do PL 1890/2007.
Essa
informação foi confirmada em consulta a assessor
legislativo do Senado.
2.
Risco de o PL, se aprovado, provocar ampliação de
jornada
de trabalho daqueles profissionais que já possuem jornada
inferior a 30 horas. Nesse aspecto, o PL assegura que não
poderá haver prejuízo das
condições
atualmente existentes.
3.
Risco de haver redução salarial em
função
do estabelecimento da jornada de 30 horas. O PL assegura que
não
haja redução salarial.
Diante do exposto, apoiamos o PL 1890/2007, pois o mesmo
trará
ganhos e benefícios a todos/as assistentes sociais que hoje
têm jornada de trabalho acima de 30 horas, sem
redução salarial.
Brasília,
15 de
maio de 2008
Conselho
Federal de Serviço Social - CFESS
Gestão
Atitude Crítica para Avançar na Luta –
2008-2011
Conselhos
Regionais de Serviço Social - CRESS
::
21/05/2008
Especialização
lato sensu em
Serviço
Social:
Direitos Sociais e Competências Profissionais
No
dia 18 de abril, o CFESS, a Associação Brasileira
de
Ensino em Serviço Social (ABEPSS) e o Centro de
educação à Distancia (CEAD / UNB)
consolidaram a
proposta do Curso
de Especialização lato sensu em
Serviço Social:
Direitos Sociais e Competências Profissionais.
A Especialização visa promover a
especialização das(os) assistentes sociais como
forma de
qualificar o exercício profissional, a sua
inserção atualizada no mundo do trabalho e o
fortalecimento do projeto ético-político do
Serviço Social. Este novo curso dará continuidade
ao Programa
de
Capacitação Continuada a Distância
no qual
já foi oferecido, em 1999, uma
especialização com
enfoque em Serviço
Social e
Política Social no âmbito do Programa
de
Capacitação Continuada a Distância.
O Curso será implementado à distância,
uma vez que
essa modalidade oferece potencialidades para a
capacitação simultânea de um maior
número de
pessoas, independente de sua localização
física e
pelo fato da especialização ser uma forma de
complementação no processo de
formação
básica. A estrutura da especialização
foi
organizada em módulos que por sua vez são
divididos em
disciplinas com os conteúdos trabalhados de maneira que a
complexidade se estabeleça de forma crescente e propicie a
efetiva apreensão do conteúdo desenvolvido. Assim
o curso
será estruturado com:
→
Módulos de 1 a 4
→
Com
39 (trinta e nove) textos de 12 laudas.
→
Carga horária de 360 horas
→
1500
cursistas previamente selecionados.
Módulo
I – Transformações
Societárias e Serviço
Social.
Módulo
II – Produção e
Reprodução da Vida Social.
Módulo
III – O Trabalho do/a Assistente Social no Processo de
Produção e Reprodução
Social.
Módulo
IV – Pesquisa e Produção do
Conhecimento.
No processo de aprendizagem, os(as) participantes do curso
contarão com a utilização de materiais
digitais e
orientação de um docente. No Ambiente Virtual de
Aprendizagem (AVA) serão disponibilizados todos os
conteúdos programáticos desenvolvidos para os
Módulos, além de textos em PDF para
impressão.
O Público-alvo do curso é composto por
assistentes
sociais, portadores(as) de diplomas de nível superior que
atuam
em todo território nacional, com os seguinte
pré-requisitos:
•Possuir
diploma de nível superior.
•Estar
devidamente inscrito no CRESS.
•Ter
sido aprovado no processo seletivo.
•Ter
disponibilidade para ler os materiais nos prazos indicados, realizar os
exercícios e atividades indicadas e fazer
avaliação presencial exigida pela
regulamentação dessa modalidade de curso.
•Possuir
ou ter acesso regular a alguns recursos tecnológicos como
computador com capacidade para gerir a plataforma de acesso aos
módulos e ao ambiente virtual do curso.
•Acesso
à internet.
Os(as) candidatos(as) que têm interesse em participar do
programa
deverão preencher uma ficha no período da
inscrição com informações
pessoais e
profissionais; bem como apresentar carta de
intenção que
será utilizada para a seleção. O CFESS
espera que
esse projeto se constitua em mais uma estratégia na luta dos
(das) assistentes sociais pela formação
acadêmica
com qualidade e qualificação do
exercício
profissional. Em breve informações sobre as
inscrições estarão
disponíveis no site www.cfess.org.br.
:: 15/05/2008
Grande
Vitória!
Mobilização
consegue 900 vagas para assistentes sociais no INSS
Este 15 de
maio, Dia
do/da Assistente Social, foi marcado por uma grande conquista: a
realização de concurso público para
assistentes
sociais no INSS. Os Conselhos Federal e Regionais de Serviço
Social organizaram grande mobilização em todo o
País para a realização de concurso
para 1600
profissionais, objetivando recompor o quadro do INSS, defasado
há 30 anos. Hoje, após audiência
ocorrida no
início da manhã no Ministério do
Planejamento,
Orçamento e Gestão, o CFESS foi comunicado que o
Governo
Federal autorizou a realização de concurso
público
ainda esse ano para 900 analistas de seguro social com
formação em Serviço Social, com
possibilidade real
de provimento de 1.350 vagas. O Edital será publicado em 30
dias, conforme compromisso do INSS assumido durante a
reunião.
Continuamos na luta para preencher as 1600 vagas, convictos/as que a
aprovação do concurso foi resultado de nossa
ampla
mobilização e articulação
de assistentes
sociais de todo o País com parlamentares e o poder
Executivo.
O
Diário Oficial da União de hoje (15) publicou a
portaria
n°108/2008 do Ministério do Planejamento autorizando
a
realização de concurso público para
assistentes
sociais no INSS apenas para 600 vagas. Logo cedo, as 8:00 hs, o
Conselho Federal de Serviço Social (CFESS), os Conselhos
Regionais de Serviço Social do Rio Grande do Sul, Mato
Grosso do
Sul e Distrito Federal, bem como representantes do INSS e do
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à
Fome e
os deputados federais Raimundo Gomes de Matos (PSDB/CE), presidente da
Frente Parlamentar em Defesa da Assistência Social, Pedro
Wilson
Guimarães (PT/GO), e Mauro Nazif (PSB/RO) se reuniram com o
secretário executivo do Ministério do
Planejamento,
Orçamento e Gestão, João Bernardo de
Azevedo
Bringel para tratar do assunto. Durante a reunião
reafirmamos a
insuficiência das 600 vagas e a necessidade de
recomposição do quadro, com concurso imediato
para pelo
menos 900 profissionais. Após a audiência, o INSS
informou
que amanhã (16) será publicada no
Diário Oficial
da União correção da portaria,
aumentando para 900
o número de vagas para o concurso, de modo a viabilizar o
Serviço Social no INSS, especialmente a concessão
e
revisão do Benefício de
Prestação
Continuada (BPC) que, segundo decreto de 2007, só
poderá
ser concedido a partir de avaliação social de
um/a
assistente social.
A
fim
de garantir a viabilização do concurso, grupo
formado
pelo CFESS e os CRESS, juntamente com os deputados Raimundo Gomes de
Matos e Waldemir Moka, continuaram com a jornada de
audiências no
Poder Legislativo, e reuniram-se com a presidência do Senado,
a
presidência da Câmara e a presidência da
Comissão Mista de Planos, Orçamentos
Públicos e
Fiscalização. Todos firmaram compromisso de
apoiar nossa
luta a fim de assegurar no orçamento para 2009 os recursos
necessários para complementar o concurso e atingir as 1600
vagas
pleiteadas.
Atualmente,
existem menos de 300 assistentes sociais no INSS atuando na
área
de Serviço Social. São mais de 1200
agências do
INSS em todo o País. A realização do
concurso para
o preenchimento das 1600 vagas é, assim, essencial para
assegurar a atuação profissional com
condições de trabalho necessárias e
adequadas
à realização dos benefícios
previdenciários e assistenciais.
Continuamos
mobilizados/as e atentos/as, em defesa dos direitos, das
políticas sociais e da profissão!.
Parabéns
assistentes sociais pelo dia de hoje, pelo compromisso social e
mobilização coletiva.
Assistentes
Sociais na
Luta Sempre!
Formação
Acadêmica e Trabalho de Qualidade
Brasília,
15 de
maio de 2008
Conselho
Federal de Serviço Social - Gestão 2008-2011
Atitude
Crítica para Avançar na Luta
Clique
aqui para ver as fotos
:: 13/05/2008
Reunião
com
Ministério do Planejamento
sobre Realização de Concurso do INSS
No dia 15 de maio, o CFESS se reunirá com o
Ministério do
Planejamento para tratar da realização de um
concurso
para assistentes sociais no âmbito do INSS. Leia mais sobre o
tema nas notícias abaixo.
:: 25/04/2008
Assistentes
Sociais
promovem grande mobilização
em
Audiência
Pública sobre Realização de Concurso
Público no INSS
Na
última quinta-feira (24), foi realizada na
Comissão de
Seguridade Social e Família da Câmara dos
Deputados a
Audiência Pública sobre
Realização de
Concurso do INSS para Assistentes Sociais. Estiveram presentes
aproximadamente 100 pessoas, com mobilização e
palavras
de ordem que deixaram os parlamentares positivamente impressionados/as
e contribuíram para aprovação de
vários
encaminhamentos. Além da representação
dos CRESS e
Seccionais (2ª/MA, 3ª/CE, 4ª/PE,
5ª/BA, 6ª/MG,
7ª/RJ, 8ª/DF, 9ª/SP, 10ª/RS,
11ª/PR,
12ª/SC, 13ª/PB, 14ª/RN, 15ª/AM-RR,
16ª/AL,
17ª/ES, 18ª/SE, 19ª/GO, 20ª/MT,
22ª/PI,
23ª/Seccional AC, 24ª/AP, 25ª/TO),
também
estiveram presentes conselheiros/as do CFESS, ABEPSS, ENESSO,
assistentes sociais, estudantes e docentes das
Instituições de Ensino Superior de
Brasília.
A mesa foi composta pela Comissão de Seguridade Social da
Câmara dos Deputados, MDS, INSS e CFESS. O
Ministério do
Planejamento foi convidado, mas não compareceu, mas ligou no
meio da audiência e marcar uma reunião para o
mês de
maio.
Após as exposições e
questões apresentadas
pelos/as parlamentares, os seguintes encaminhamentos foram aprovados:
1. Realização de
audiência no
Ministério do Planejamento no dia 15 de maio, com
participação do CFESS,
representação do
INSS/MP, MDS e comissão de parlamentares.
2. Realização de
audiência com
Presidente do Senado e da Câmara dos Deputados no mesmo dia.
3. Realização de
reunião com a
Comissão Mista de Orçamento da Câmara,
com o
objetivo de assegurar recursos na LDO para
realização de
concurso e contratação na Lei
Orçamentária
Anual de 2009.
4. Realização de
programa na TV
Câmara com a pauta da audiência pública.
5. Realização de
audiências
públicas nas assembléias legislativas dos Estados.
6. Posicionamento contrário a
qualquer
proposta de revogação do Decreto 6214/2007 que
regulamenta o BPC ou mudança dos prazos para sua
avaliação, sem que seja publicado o edital do
concurso.
Os Conselhos Regionais de Serviço Social bem como as
Seccionais
continuarão a mobilização nos Estados
articulando
com parlamentares estaduais para realização de
audiência pública nas assembléias
legislativas;
fazer abaixo assinado em defesa do concurso público e colher
assinaturas de assistentes sociais durante as
comemorações do dia do/a assistente social; envio
aos
parlamentares federais do documento intitulado “Papel e
Atribuições do/a Assistente Social nas
Políticas
de Previdência e Assistência Social - O Conjunto
CFESS/CRESS na Luta pela Realização de Concurso
Público para o INSS”, e colher assinatura dos
deputados
federais, endossando o documento.
Acesse o áudio do evento em:
http://imagem.camara.gov.br/internet/audio/Resultado.asp?txtCodigo=00012230
Clique
aqui e veja as fotos da Audiência
:: 23/04/2008
II Encontro
Nacional do Serviço Social no Ministério
Público
No período de 28 à 30 de
maio de
2008 será realizado o II Encontro Nacional do
Serviço Social no Ministério
Público – II ENSSMP. O evento tem como objetivo
geral o aprimoramento da
atuação dos assistentes sociais e a
construção de uma identidade do
Serviço
Social no Ministério Público, na perspectiva da
garantia de direitos. Nesse
sentido, são objetivos específicos do mencionado
encontro:
- Conhecer
e
discutir as diferentes
experiências do Serviço Social no contexto do MP.
- Fomentar
a
reflexão sobre a
contribuição do Serviço Social na
garantia de direitos.
- Debater
as
atribuições e
competências do/da profissional de Serviço Social
no MP.
- Delinear
eixos comuns para atuação
do Serviço Social na instituição.
O tema do II ENSSMP, deliberado no
I Encontro, realizado em 2005, em Porto Alegre/RS,
é “A Instrumentalidade do
Serviço Social no Ministério
Público”, a abordagem do tema em tela
será
estruturada a partir dos seguintes assuntos:
- Estudo
Social, Entrevista, Visita
domiciliar e institucional.
- Relatório
e Parecer Social.
- Atuação
Interdisciplinar.
- Referencial
Teórico-Metodológico/Pesquisa.
- Análise
e Proposta de Intervenção
nas Políticas Públicas/Garantia de Direitos.
- Inserção
do Serviço Social no MP.
- Rede
Social.
Além
de tais assuntos, o evento
abordará a discussão da instrumentalidade do
Serviço Social no Ministério
Público a partir das áreas específicas
da atuação profissional na
instituição,
quais sejam: Infância e Juventude; Sistema Único
de Saúde; Pessoa Idosa e
Pessoa com Deficiência; Saúde do Servidor e
Recursos Humanos (Atenção ao
Servidor); Família; Criminal e Medidas Alternativas; Meio
Ambiente, Patrimônio
Público e Fundações; e
Gênero, Etnia, Orientação Sexual e
Diversidade.
A
missão do
Ministério Público e o compromisso
ético-político do Serviço Social, se
somados
e bem apropriados, têm um forte potencial de resultar em
ações efetivas de
garantia de direitos, o que reforça a importância
de espaços de discussão e
amadurecimento da atuação profissional na
instituição.
Mais
informações clique
aqui.
Projeto de
Lei
prevê 30 horas para Assistentes Sociais
O Projeto de Lei 1890/2007 de autoria do deputado federal Mauro Nassif
prevê a mudança da carga horária de
Assistentes
Sociais para 30 horas.
Veja mais informações sobre a
tramitação do
PL no site da Câmara
www.camara.gov.br
:: 03/04/2008
Concurso Público
Câmara
dos Deputados realiza Audiência Pública
sobre Concurso para
Assistentes Sociais
no INSS
No dia 24 de abril próximo, a partir das 9h30,
será
realizada na Câmara dos Deputados uma Audiência
Pública para debater a realização de
concurso
público para assistentes sociais no INSS. O evento ocorre no
âmbito da Comissão de Seguridade Social e
Família
(CSSF) da Câmara dos Deputados e é organizado a
partir da
articulação entre o Conselho Federal de
Serviço
Social (CFESS) e a Frente Parlamentar em Defesa da
Assistência
Social.
Entre os/as convidados/as para
participar da mesa
estão a secretária nacional de
Assistência Social
do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate
à Fome
(MDS), Dra. Ana Lígia Gomes; o secretário
executivo do
Ministério do Planejamento (MP), Dr. João
Bernardo de
Azevedo Bringel; e o ministro da Previdência Social (MPS),
Dr.
Luiz Marinho. Também farão parte da mesa o
deputado
Raimundo Gomes de Matos, presidente da Frente Parlamentar em Defesa da
Assistência Social e Ivanete Boschetti, presidenta do
Conselho
Federal de Serviço Social.
O Serviço Social do INSS
constitui um direito
dos/das usuários/as que favorece o acesso aos
benefícios
administrados pela previdência social, inclusive o
benefício de prestação continuada da
assistência social – BPC/LOAS. Este
serviço existe
há 64 anos e tem contribuído para
viabilização de direitos sociais no
País.
O Decreto nº 6214, de 26 de
setembro de 2007,
que regulamenta o BPC/LOAS estabelece que a
avaliação da
deficiência e grau de incapacidade para o trabalho e vida
independente das pessoas que buscam o BPC, seja realizada de forma
conjunta pelos/as médicos/as peritos/as e assistentes
sociais do
INSS - órgão responsável pela
operacionalização do benefício. Essa
determinação atende a
deliberações
aprovadas em Conferências de Assistência Social.
Todavia
para que seja cumprida, a partir de 31 de julho de 2008, torna-se
necessária a realização de concurso
público
para assistentes sociais, com vistas à
ampliação
do quadro de profissionais daquela instituição.
Em 2007, foram requeridos 421.924
Benefícios
Assistenciais da Pessoa com Deficiência/ BPC, hoje existem
1.388.748 benefícios assistenciais de pessoas com
deficiência em manutenção que
necessitam serem
revisto, periodicamente, devendo o/a assistente social participar do
processo de revisão.
Além desse quadro
específico, é
de extrema importância evidenciar que há mais de
30 anos o
Serviço Social no INSS não tem a
necessária
reposição do seu quadro, pela
realização de
concurso público, resultando em um quantitativo atual de 548
Assistentes Sociais em todo o Brasil. Tal número
é
insuficiente para o provimento do quadro de pessoal das 100
Gerências Executivas e 1.217 Agências da
Previdência
Social. Ocorre que, deste montante dos 548 profissionais, apenas 270
desempenham suas ações nas
seções
específicas de Serviço Social do INSS. Os/as
demais
técnicos/as atuam nos setores de
Reabilitação
Profissional, Recursos Humanos, exercem cargos comissionados e/ou atuam
nos diversos setores deste Instituto.
A implementação do
Benefício de
Prestação Continuada (BPC) pelo INSS, nos termos
previstos na Lei 8742/93 e no Decreto nº 6.214, de 26 de
setembro
de 2007 só será possível com a
autorização para realizar concurso
público para a
admissão de 1600 assistentes sociais, conforme estudos
já
realizados pelo Ministério de Desenvolvimento Social e
Combate
à Fome e o INSS, com o objetivo de reestruturar o
Serviço
Social no âmbito do INSS e para realizar a
avaliação social dos beneficiários.
Foram
elaboradas notas técnicas pelos dois
órgãos
manifestando a necessidade de realização de
concurso
público, além de pronunciamento
favorável da
Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do
Planejamento.
Serviço:
Audiência Pública sobre a
realização de
concurso público para assistentes sociais do INSS
Dia 24 de abril de 2008
Plenário 07 do Anexo II da Câmara dos Deputados -
Brasília
Mais
informações:
(61) 3223-1652 - CFESS
(61) 3215-5725 - Frente Parlamentar em Defesa da Assistência
Social
:: 13/03/2008
13
de março de 2008
15
anos da homologação do
Código
de Ética do/da Assistente Social
No dia 13 de março de 1993, foi homologado o novo Código de
Ética do Assistente
Social, um documento marcado por avanços no
campo da
defesa da éticasd e dos direitos humanos no
Serviço
Social
que afirmou e fortaleceu o Projeto Ético-Político
Profissional das/dos assistentes sociais brasileiros/as. Até
aquele momento o código vigente era de 09 de maio de 1986 e
já contava com conquistas políticas, mas passou a
ser
insuficiente diante das novas discussões e posicionamentos
nas
conjunturas sociais brasileiras.
A nova proposta
de código
foi construída com a ativa
participação de
assistentes sociais de todo o País sendo discutida em
vários eventos: I Seminário Nacional de
Ética
(agosto de 1991), VII CBAS (maio de 1992), II Seminário
Nacional
de Ética (novembro de 1992), com
aprovação na
21ª edição do Encontro Nacional entre o
Conselho
Federal e os Conselhos Regionais de Serviço Social. O
documento
foi publicado no Diário Oficial da União e passou
a
integrar as Carteiras de Identidade Profissional.
Confira abaixo os
princípios
fundamentais
contidos no Código de Ética homologado em 1993:
- Reconhecimento da liberdade como
valor
ético central e das demandas políticas a ela
inerentes -
autonomia, emancipação e plena
expansão dos
indivíduos sociais.
- Defesa intransigente dos direitos
humanos e
recusa do arbítrio e do autoritarismo.
- Ampliação e
consolidação da cidadania, considerada tarefa
primordial
de toda sociedade, com vistas à garantia dos direitos civis
sociais e políticos das classes trabalhadoras.
- Defesa do aprofundamento da
democracia, enquanto
socialização da
participação
política e da riqueza socialmente produzida.
- Posicionamento em favor da
eqüidade e
justiça social, que assegure universalidade de acesso aos
bens e
serviços relativos aos programas e políticas
sociais, bem
como sua gestão democrática.
- Empenho na
eliminação de todas as
formas de preconceito, incentivando o respeito à
diversidade,
à participação de grupos socialmente
discriminados
e à discussão das diferenças.
- Garantia do pluralismo,
através do
respeito às correntes profissionais democráticas
existentes e suas expressões teóricas, e
compromisso com
o constante aprimoramento intelectual.
- Opção por um
projeto profissional
vinculado ao processo de construção de uma nova
ordem
societária, sem
dominação-exploração
de classe, etnia e gênero.
- Articulação
com os movimentos de
outras categorias profissionais que partilhem dos princípios
deste Código e com a luta geral dos trabalhadores.
- Compromisso com a qualidade dos
serviços
prestados à população e com o
aprimoramento
intelectual, na perspectiva da competência profissional.
- Exercício do
Serviço Social sem
ser discriminado, nem discriminar, por questões de
inserção de classe social, gênero,
etnia,
religião, nacionalidade, opção sexual,
idade e
condição física.
O
Código de Ética
dos/das Assistentes Sociais brasileiros/as está
disponível na íntegra no site do CFESS em
Legislação. Clique
aqui para acessar diretamente o PDF.
:: 07/03/2008
8
de
março: dia internacional de luta pelos direitos das mulheres
O CFESS
parabeniza todas as assistentes sociais
Assistentes
sociais de todo o
País conhecem bem as desigualdades de gênero que
afetam as
brasileiras. Nos
mais diversos campos, ao longo de mais de 30 anos, as mulheres tentam
romper
barreiras e conquistar espaços de
participação e
de representação política e
visibilidade profissional. Em 2008 não é
diferente.
Este
ano, os movimentos de
mulheres e movimento feminista trazem para a sociedade uma ampla agenda
de
reivindicações. Entre os principais temas
estão os
direitos trabalhistas e
reconhecimento do trabalho reprodutivo; direitos sexuais e direitos
reprodutivos; e o fim da violência contra as mulheres.
Em
relação ao combate à
violência
contra as mulheres, o principal ponto a ser trabalhado por toda a
sociedade é a
implementação da Lei Maria da Penha. Essa lei
federal
(11.340) foi sancionada
no dia 07 de agosto de 2006 e depende de uma série de
medidas
para ser
implementada.
A
perspectiva política dos
movimentos que lutam pelo fim da violência contra as mulheres
é que essa
prática seja realmente caracterizada como
violação
dos direitos humanos.
Segundo a Sociedade Mundial de Vitimologia (IVW) ligada ao governo da
Holanda e
a ONU, o Brasil é o país que mais sofre com a
violência doméstica: 23% das
mulheres brasileiras estão sujeitas a este tipo de
violência.
A
gravidade do problema provocou
a realização de análises e pesquisas
inclusive
sobre a necessidade da
legislação. Em 2005, 95% das mulheres
entrevistadas pelo
Data Senado desejavam
uma Lei específica para proteção
contra a
violência doméstica. Em 2007, 54% das
entrevistadas consideraram que a Lei Maria da Penha é um
mecanismo que protege
total ou parcialmente as mulheres.
A
construção da Lei Maria da
Penha teve como objetivo buscar a garantia de
proteção,
procedimentos policiais
e judiciais humanizados para as mulheres em
situação de
violência. Seu conteúdo
não se restringe à punição
de agressores,
trazendo aspectos conceituais e
educativos sobre o problema. Essas são algumas
características que fazem dessa
uma legislação avançada abrangendo a
complexidade
das questões sociais
envolvidas no tema e que não se baseia unicamente na
punição.
Considerando
a inserção histórica
das/dos assistentes sociais brasileiras/os na defesa dos direitos, o
CFESS convida
toda a categoria para o fortalecimento dos debates sobre a agenda
feminista,
especialmente a luta pela implementação da Lei
Maria.
:: 26/02/2008
Conjunto
CFESS/CRESS luta pelo concurso
para
Assistentes
Sociais do
INSS
Frente
Parlamentar em Defesa da Assistência Social
participará da
mobilização
Na manhã desta terça-feira (26), representantes
do
Conselho
Federal de Serviço Social (CFESS) e assistentes sociais do
INSS
reuniram-se com
o deputado federal Raimundo Gomes de Matos (PSDB/CE), presidente da
Frente
Parlamentar em Defesa da Assistência Social e sua assessora
Márcia Regina Silva
Gebara. O encontro teve como objetivo articular com o parlamentar
estratégias
para a realização urgente de concurso
público para
1.600 assistentes sociais no
âmbito do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
O decreto de regulamentação do
Benefício de
Prestação
Continuada da Assistência Social (BPC/LOAS) prevê a
obrigatoriedade de avaliação
social por parte desses profissionais antes da concessão do
benefício para
pessoas com deficiência, o que deve ocorrer até 31
de
julho de 2008.
Ivanete Boschetti, presidenta do
CFESS destacou a
importância da questão ser apresentada em uma
audiência pública com a
participação dos conselhos regionais de
serviço
social; assistentes sociais;
organizações da sociedade
civil e
usuários (as).
Para o deputado, é preciso uma
mobilização
urgente e a
audiência pública
é um dos caminhos para isso,
desta
forma irá apresentar ainda esta semana
à Comissão
de Seguridade Social e
Família (CSSF)
da Câmara dos
Deputados requerimento para o
evento.

A previsão é de
que em meados de
março seja realizada a
audiência pública para
ampliação do debate e
sensibilização de outras esferas
do poder público e da sociedade.
Entenda melhor a
questão
A realização do
concurso para
assistentes sociais no INSS é
fundamental para a operacionalização do
Benefício
de Prestação Continuada da
Assistência Social (BPC/LOAS). Esse benefício
está
previsto na lei federal 8742/93
nos termos do decreto 6214, de 26 de setembro de 2007. O documento
prevê que o
benefício somente poderá ser concedido
após
avaliação social de assistentes
sociais do INSS e perícia técnica.
Em 2007, foram requeridos 421.924
Benefícios
Assistenciais
da Pessoa com Deficiência / BPC, sendo que no INSS hoje
existem
apenas cerca de
540 assistentes sociais e desses somente 270 atuam especificamente na
área de
Serviço Social. Atualmente, há 1.388.748
benefícios assistenciais de pessoas
com deficiência em manutenção que
necessitam ser
revistos, periodicamente,
devendo o/a assistente social participar do processo de
revisão.
Além disso, há
mais de 30 anos o Serviço Social, no âmbito do
INSS,
não tem a necessária
reposição do seu quadro pela
realização de
concurso público.
O Ministério da
Previdência Social, o
Ministério do
Desenvolvimento Social e Combate à Fome, bem como o
Ministério do Planejamento
também analisaram a questão. Apesar de seus
posicionamentos favoráveis à
realização do concurso com 1.600 vagas para
assistentes
sociais, em dezembro de
2007, o INSS tornou pública a
realização de
concurso no qual não foram previstas
vagas para a categoria.
O Conselho Federal e os Regionais de
Serviço
Social juntamente
com assistentes sociais do INSS e entidades parceiras como a Executiva
Nacional
de Estudantes de Serviço Social (ENESSO) continuam
reivindicando
a realização
do concurso público. A publicação no
Diário
Oficial da União da divulgação
pública da seleção precisa acontecer
até
junho de 2008 uma vez que o calendário
eleitoral proíbe que seja feito após esse prazo.
::
12/02/2008
Em defesa
do SUS e
da Seguridade Social
Entidades
da
área da saúde divulgam nota em defesa
do SUS e da Seguridade Social.
Entre as reivindicações está a
garantia de
no mínimo R$58 bi.para a saúde em 2008.
Clique
aqui para ler a nota.
:: 17/01/2008
Posse das Gestões
2008-2011 do CFESS
e CRESS 8ª Regiao (DF)
Na
última terça-feira, dia 15 de janeiro de 2008, as
Gestões 2008-2011 do Conjunto CFESS/CRESS tomaram posse. Em
Brasília foi realizada cerimônia para as
direções do Conselho Federal de
Serviço Social e
para o Conselho Regional de Serviço Social 8ª
Região
(DF). O evento, realizado no hotel Grand Bittar, contou com a
presença de mais de 150 convidados/as.
A chapa empossada para a Gestão do CFESS foi "Atitude
Crítica para Avançar na Luta" e para o Conselho
Regional
"Nós Podemos Mais. Vamos Lá Fazer o que
Será".
Confira no final desta nota a composição de cada
chapa.
Entre os conselhos profissionais
presentes estavam a
OAB-DF, o Conselho Federal de Economia, o Conselho Federal de
Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Conselho Federal de Psicologia,
Conselho Federal de Nutricionistas e Conselho Regional de
Administração. Estiveram presentes
também
representantes de deputadas federais e distritais, representante do
governo do Distrito Federal, do Ministério
Público
Federal, do Superior Tribunal Federal, do Ministério do
Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
A mesa
da cerimônia de posse foi composta por Cristovão
Braga,
coordenador da Executiva Nacional de Estudantes de Serviço
Social, Ivanete Boschetti, presidenta eleita para a Gestão
2008-2011 do CFESS, Elisabete Borgianni, presidenta do CFESS na
Gestão 2005-2008, Raimunda Ferreira, presidenta da
Gestão
2005-2008 do CRESS 8ª Região (DF) e eleita no cargo
de
1ª tesoureira para a nova diretoria desse Conselho Regional,
Fernanda Fernandes, eleita presidenta da nova Gestão do
CRESS
DF, Franci Cardoso, representante da Associação
Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS) e
Elaine Behring, representante da Associação
Latino
Americana de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ALAEITS).
Novas
direções do Conselho Federal de
Serviço Social e
do Conselho Regional de Serviço Social 8ª
Região
(DF):
A Chapa 1: “ATITUDE CRÍTICA, PARA
AVANÇAR NA
LUTA”, eleita para o CFESS tem a seguinte
composição:
Efetivo
Presidente: Ivanete Salete Boschetti
Vice-Presidente: Sâmbara Paula Francelino Ribeiro
1ª Secretária: Tânia Maria Ramos de Godoi
Diniz
2ª Secretária: Neile d’Oran Pinheiro
1ª Tesoureira: Rosa Helena Stein
2ª Tesoureira: Telma Ferraz da Silva
Conselho
Fiscal
Silvana Mara de Morais dos Santos
Pedro Alves Fernandes
Kátia Regina Madeira
Suplentes
Edval Bernardino Campos
Rodriane de Oliveira Souza
Marinete Cordeiro Moreira
Kênia Augusta Figueiredo
Erivã Garcia Velasco
Marcelo Sitcovsky Santos Pereira
Maria Elisa dos Santos Braga
Maria Bernadette M.Medeiros
Marylucia Mesquita Palmeira
A Chapa Única: “NÓS
PODEMOS MAIS. VAMOS LÁ FAZER O QUE
SERÁ”,
eleita para o CRESS 8ª Região - DF tem a seguinte
composição:
Efetivo
Presidente: Fernanda da Silva Fernandes
Vice-Presidente: Tarciane Sousa Ramos
1ª Secretária: Ludmila Weizmann Suaid Levyski
2ª Secretária: Mariana de Souza
1ª Tesoureira: Raimunda Nonata Carlos Ferreira
2ª Tesoureira: Thallyta de Carvalho Tomimatsu
Conselho
Fiscal
Alda Cidade
Maria de Lourdes de Oliveira Rodrigues
Cândida de Almeida Silvestre
Suplentes
Cristina Aguiar Lara
Lívia Vasco Mota
Viviane de Cássia Salgado
Mariana Torres Behr
Jovane Berlamino Cordeiro
Maria do Socorro Nunes Pinheiro
Luana Mara Gomes de Oliveira
Fabiana Lobo Sá
Ethel Proença Braga
Posse das Gestões
2008-2011 do CFESS
e CRESS 8ª Regiao (DF)
No dia 15 de janeiro de 2007, às 19
horas, no hotel Grand Bittar, em Brasília, será
realizada
a cerimônia de posse das Gestões 2008-2011 do
CFESS e CRESS 8ª Regiao (DF).
A Chapa 1: “ATITUDE CRÍTICA, PARA
AVANÇAR NA
LUTA”, eleita para o CFESS tem a seguinte
composição:
Efetivo
Presidente: Ivanete Salete Boschetti
Vice-Presidente: Sâmbara Paula Francelino Ribeiro
1ª Secretária: Tânia Maria Ramos de Godoi
Diniz
2ª Secretária: Neile d’Oran Pinheiro
1ª Tesoureira: Rosa Helena Stein
2ª Tesoureira: Telma Ferraz da Silva
Conselho
Fiscal
Silvana Mara de Morais dos Santos
Pedro Alves Fernandes
Kátia Regina Madeira
Suplentes
Edval Bernardino Campos
Rodriane de Oliveira Souza
Marinete Cordeiro Moreira
Kênia Augusta Figueiredo
Erivã Garcia Velasco
Marcelo Sitcovsky Santos Pereira
Maria Elisa dos Santos Braga
Maria Bernadette M.Medeiros
Marylucia Mesquita Palmeira
A Chapa Única: “NÓS
PODEMOS MAIS. VAMOS LÁ FAZER O QUE
SERÁ”,
eleita para o CRESS 8ª Região - DF tem a seguinte
composição:
Efetivo
Presidente: Fernanda da Silva Fernandes
Vice-Presidente: Tarciane Sousa Ramos
1ª Secretária: Ludmila Weizmann Suaid Levyski
2ª Secretária: Mariana de Souza
1ª Tesoureira: Raimunda Nonata Carlos Ferreira
2ª Tesoureira: Thallyta de Carvalho Tomimatsu
Conselho
Fiscal
Alda Cidade
Maria de Lourdes de Oliveira Rodrigues
Cândida de Almeida Silvestre
Suplentes
Cristina Aguiar Lara
Lívia Vasco Mota
Viviane de Cássia Salgado
Mariana Torres Behr
Jovane Berlamino Cordeiro
Maria do Socorro Nunes Pinheiro
Luana Mara Gomes de Oliveira
Fabiana Lobo Sá
Ethel Proença Braga
Cerimônia para
comemorar a
ampliação da sede do CFESS
No dia 14 de
janeiro
de 2007, na sede do CFESS, no setor comercial sul, em
Brasília,
será realizada uma cerimônia para comemorar a
ampliação da sede do CFESS. As novas
instalações possibilitarão que sejam
realizados
eventos de maior porte para os debates do Conjunto CFESS/CRESS.
Carta
Política do Fórum Nacional
de Reforma Urbana distribuída na reunião do
Conselho Nacional das Cidades (realizada nos dias 5 e 6 de setembro).
POR
POLÍTICAS
PÚBLICAS URBANAS DEMOCRÁTICAS E PARTICIPATIVAS E
PELA
GARANTIA DE IMPLEMENTAÇÃO DAS CONQUISTAS DAS LUTA
HISTÓRICA PELA REFORMA URBANA
Nestes últimos cinco anos, os
movimentos
populares e o movimento pela reforma urbana obtiveram importantes
conquistas na luta histórica pela
democratização
da gestão das cidades e na construção
dos marcos
regulatórios das políticas urbanas.
Dentre as conquistas deste período, podemos destacar a
criação do Ministério das Cidades, a
realização de 02 conferências nacionais
das cidades
e a criação do Conselho Nacional das Cidades, com
ampla
representação de diversos segmentos sociais,
especialmente dos movimentos populares. Não menos importante
foi
aprovação da primeira lei de iniciativa popular
que criou
o Sistema e o Fundo Nacional de Habitação de
Interesse
Social, assim como a lei que criou o Sistema Nacional de Saneamento
Ambiental.
Considerando a importância destas conquistas
históricas, o
Fórum Nacional de Reforma Urbana vem manifestar
preocupação com os rumos que o governo federal
vem dando
às políticas públicas urbanas, onde
identificamos:
- a não implementação de
resoluções
aprovadas pelo Conselho das Cidades, como no caso das
resoluções referentes ao PAC, e ao acesso direto
ao FNHIS
pelas associações e cooperativas;
- a desvinculação da grande maioria dos recursos
da
habitação (PAC, FAT, FDS, FGTS) do FNHIS, assim
como a
desvinculação entre as decisões de
investimento em
infra-estrutura urbana do PAC e a política de
desenvolvimento
urbano;
- a ameaça de interrupção do processo
da
implementação das política urbanas
pelo
Ministério das Cidades.
Desta forma, o Fórum Nacional de Reforma Urbana vem
reivindicar:
1. o imediato encaminhamento ao legislativo de projeto de lei que
institui o Conselhos das Cidades, com caráter deliberativo,
e o
Sistema de Conferências das Cidades;
2. a aprovação, o monitoramento e o controle
social,
pelos conselhos das cidades, sobre a
execução de
todos os investimentos em habitação de interesse
social,
saneamento ambiental e transporte, incluindo os recursos
oriundos do PAC;
3. a inclusão de todos os recursos do governo federal para
habitação de interesse social (PAC, FAT, FDS,
FGTS,OGU,
etc.) no Fundo Nacional de Habitação de Interesse
Social,
submetido ao controle social através do Conselho Gestor do
FNHIS;
4. o fortalecimento do Ministério das Cidades garantindo-se
sua
autonomia na condução e
implementação da
política urbana.
5. a continuidade da implementação dos marcos
regulatórios das políticas urbanas e seus
sistemas;
6. o fortalecimento das instâncias de monitoramento e
controle
social, como o Conselho Nacional das Cidades e o Conselho Gestor do
Fundo Nacional de
Habitação de Interesse Social, garantindo-se a
implementação imediata das
resoluções aprovadas;
7. a imediata criação e a
implementação do
Programa Nacional de Produção Social da Moradia,
viabilizando o acesso direto ao FNHIS pelas
associações e
cooperativas autogestionárias;
8. a prevalência do interesse social na
formulação
de políticas e programas urbanos, especialmente as de
habitação de interesse social e saneamento
ambiental.
O FNRU reafirma seu compromisso com suas bandeiras
históricas:
participação popular na gestão
democrática
das cidades e a garantia do acesso a terra urbanizada e
moradia
com base no princípio da função social
da
propriedade e cobra deste governo o seu compromisso com esta luta.
Pela REFORMA URBANA! Pela
DEMOCRATIZAÇÃO DA GESTÃO DAS CIDADES!
DIA
1º de
Outubro: Dia Mundial do Habitat e Dia Nacional da Reforma
Urbana
Dia
Nacional de Mobilização nos Estados
Boletim
da Jornada de
Luta pela Reforma Urbana e pelo Direito à Cidade
Dia 2 de
outubro, Dia de
Mobilização em Brasília
1. A JORNADA DE LUTA
Estamos fazendo mais uma Jornada de
Luta pela
Reforma Urbana e pelo
Direito à Cidade, na primeira semana de outubro,
quando se
comemora o
Dia Mundial do Habitat. Dia que o Fórum Nacional de Reforma
Urbana quer instituir e comemorar o Dia Nacional de Reforma Urbana.
A Jornada de
Luta pela
Reforma Urbana e pelo Direito à Cidade é uma
iniciativa
dos movimentos sociais urbanos CONAM -
Confederação
Nacional de Associações de Moradores, UNMP -
União
Nacional por Moradia Popular,
MNLM - Movimento Nacional de Luta pela Moradia, CMP - Central
de
Movimentos Populares, do Fórum Nacional de Reforma Urbana e
dos
fóruns estaduais e regionais pela reforma urbana e pelo
direito
à cidade de todo o Brasil.
Nesta data,
queremos
aumentar a visibilidade da problemática urbana no
Brasil, pressionando o poder
público a
implementar políticas de promoção do
direito
à cidade e ampliar a participação e
controle
social na gestão de
nossas cidades.
Queremos que a agenda urbana seja colocada
como uma
prioridade nacional, por isso, vamos para as ruas, cobrar dos governos;
§
o fim da violação do Direito à Moradia
e o fim dos
despejos;
§
o imediato encaminhamento ao legislativo de projeto de lei que
institui o Conselhos das Cidades,
com
caráter deliberativo, e o Sistema de Conferências
das
Cidades;
§
o fortalecimento
das instâncias de monitoramento e controle social, como o
Conselho Nacional das Cidades e o Conselho Gestor do Fundo Nacional de
Habitação de Interesse Social, garantindo-se a
implementação imediata das
resoluções
aprovadas;
§
a aprovação, o monitoramento e o controle social,
pelos
conselhos das cidades, sobre a execução de todos
os
investimentos em habitação de interesse social,
saneamento ambiental e transporte, incluindo os recursos oriundos do
PAC;
§
a inclusão de todos os recursos do governo federal para
habitação
de interesse no Fundo Nacional de
Habitação de Interesse Social, submetido ao
controle
social através do Conselho Gestor do FNHIS;
§
o acesso direto aos recursos do Fundo Nacional de
Habitação de
Interesse Social pelas
associações e cooperativas
autogestionárias;
§
a regulamentação da Lei do Saneamento Ambiental;
§
a aprovação no Congresso do Marco
Regulatório da
Mobilidade e
Acessibilidade;
§
a regulamentação e
implementação de tarifas
públicas sociais para
os serviços públicos
essenciais, como
o abastecimento d'água e esgoto, a energia
elétrica e o
transporte público;
§
a reforma do judiciário;
§
a democratização dos meios de
comunicação;
§
o barateamento das tarifas de transporte público;
§
a destinação das terras da União para
habitação de interesse social;
§
a implementação dos Planos Diretores
Participativos;
§
a implementação de políticas urbanas
afimativas
para as mulheres
nas cidades;
§
a implementação de políticas urbanas
afirmativas
para afrodescendentes nas cidades.
No dia 1º de outubro de 2007, a
população organizada vai sair às ruas
nos
Estados e no dia 2 de outubro
serão
realizadas atividades em Brasília.
1.. Organização das
Atividades
a)
Atividades
descentralizadas nos estados.
• Os movimentos populares em
conjunto com os
fóruns regionais e estaduais de reforma urbana
deverão
formar Comitês para planejar
e organizar as atividades nos
estados.
• A secretaria do FNRU solicita que os Comitês
entrem em contato
até o dia 13 de setembro, para a montagem do
calendário
de
mobilização nacional.
• Em
todos os estados as
atividades e manifestações
serão organizadas
pelos fóruns regionais e estaduais existentes. Nos locais
previstos, mas onde não exista fórum ou
articulação pela reforma urbana, serão
formados
comitês com representantes dos quatro movimentos populares
nacionais e demais
organizações
interessadas.
b)
Sobre o planejamento das
atividades.
• As atividades deverão
ser realizadas no
dia 1º de outubro de 2007, segunda-feira.
• A idéia é
organizar atividades que
dêem visibilidade à nossa plataforma e
que mobilizem
o movimento social e a sociedade.
c)
Comitês estaduais de organização das
Jornadas de
Luta pela Reforma Urbana e pelo Direito à Cidade
• Como processo
preparatório, é
fundamental organizar Comitês Estaduais das Jornadas de Luta
pela
Reforma Urbana e pelo Direito à Cidade.
• Os comitês estaduais
devem ter como base os
fóruns regionais/estaduais pela reforma urbana.
• Os Comitês
terão como objetivo:
planejar as atividades que serão realizadas;
mobilizar os
movimentos sociais; ampliar a composição
do Comitê, a partir da
adesão de
outras entidades de luta do Estado; realizar atividades de
divulgação da jornada, identificar os principais
meios de
comunicação para divulgação
das atividades;
garantir a articulação com a secretaria geral do
FNRU.
Por um país com moradia digna,
saneamento
ambiental, transporte público de qualidade,
trabalho,
saúde, educação, cultura, respeito
à
diversidade, democracia e participação
popular!
Secretaria nacional:
Fórum Nacional de Reforma Urbana -
(21)
2356-7350
E-mail: forumreformaurbana@fase.org.br
Central dos Movimentos Populares - (11)
5583-8051
E-mail: cmpnac@uol.com.br
Confederação Nacional
das
Associações de Moradores - (11) 3276-3233
E-mail: conambrasil@hotmail.com
Movimento Nacional de Luta pela Moradia -
(11)
6262-3117
E-mail: mnlmbrsam@terra.com.br
União Nacional de Moradia Popular
- (11)
3825-5725
E-mail: unmp@uol.com.br
2007
é ano de
Eleições
no Conjunto CFESS/CRESS
No dia 23 de julho de 2007, foi publicado no
Diário Oficial da União o edital das
eleições do Conselho Federal de
Serviço Social –
CFESS, Conselhos Regionais de Serviço Social –
CRESS e
Seccionais para a gestão de 15 de janeiro de 2008 a 15 de
maio
de 2011.
O início da inscrição de chapas
será no dia
22 de agosto de 2007 e o calendário eleitoral
seguirá
conforme descrito abaixo:
CALENDÁRIO
ELEITORAL
23 julho 2007
Publicação do Edital
22 agosto 2007
Início da Inscrição de chapa
09 outubro
2007
Término da Inscrição de chapas
10,11 e12 out
2007
Prazo para deferimento dos pedidos de registro de chapas ou para
determinação do cumprimento de
diligências,
admitindo-se, no mesmo prazo, apresentação de
impugnação quanto ao registro de chapa.
15,16 e 17
out 2007
Prazo para cumprimento de diligências pelas chapas e/ou
apresentação de contra-razões pelo
impugnado.
18 a 22 out
2007
Julgamento dos pedidos de impugnação pela Comis.
Regional
e dos pedidos de registro que foram objeto de
determinação de diligência.
23 a 25 out
2007
Cientificação dos resultados dos registros de
chapas.
26 a 30 out
2007
Prazo para apresentação de recurso a Com Nac.
Eleit
31 out a 06
nov 07
Prazo para apreciação dos recursos pela Com
Nacio.
07 a 09 nov
2007 Cientificação
da decisão da Comissão Nacional Eleitoral aos
interessados.
21, 22 e 23
nov 07
ELEIÇÕES
26 a 28 nov
2007
Apresentação dos resultados da
eleição/
Com. Reg.
29 a 03 dez
2007
Apresentação do pedido de
impugnação do
resultado da eleição à
Comissão Regional.
04 a 06 dez
2007
Instrução do processo de
impugnação
07 a 11 dez
2007
Apresentação das alegações
finais.
12 a 13 dez
2007
Prazo para decisão da Comissão Regional
14 a 18 dez
2007 Prazo
para interposição de recursos a
Comissão Nacional
Eleitoral.
19 a 20 dez
2007
Análise dos recursos pela Comissão Nacional e
para
apresentação dos resultados finais da
eleição.
20 dez 2007
Homologação dos resultados /CFESS
15
de janeiro 2008
POSSE
NOTA PÚBLICA
Mobilização por uma reforma política
ampla,
democrática e participativa
O CONGRESSO BRASILEIRO NÃO RESPONDE AOS
CLAMORES DA SOCIEDADE
Desde 2005, organizações, redes,
fóruns e
movimentos da sociedade civil vêm construindo a Plataforma
dos
movimentos sociais pela Reforma do Sistema Político do
Brasil,
alicerçada em cinco eixos: fortalecimento da democracia
direta e
da democracia participativa, aperfeiçoamento da
democracia
representativa, democratização da
comunicação e da
informação
e democratização e
transparência do
Poder Judiciário.
Desde o inicio entendemos que a chamada reforma política
não podia ficar restrita a reforma do sistema eleitoral e
que a
sociedade civil tinha o direito e dever de
participar
ativamente dos debates.
Entendemos que precisamos democratizar o Estado, o que inclui
o
projeto da reforma política.Por isso a plataforma
percorreu todo país em uma série de debates
gerando
contribuições que deveriam ser levadas em conta
numa real
proposta de mudança do sistema político do
país.
Reconhecendo a legitimidade do processo parlamentar de
discussão, acompanhamos, com apreensão, as
recentes
discussões em torno da proposta que tramita no Congresso e
as
votações do dia 27 de junho, com muita
decepção assistimos ao desfecho da
negociação entre parlamentares e da
votação
que rejeitou as listas preordenadas nas
eleições.
Em função de interesses pessoais, a
votação
até agora mostrou que esse Congresso
não
quer ousar na radicalização
da democracia
desse país.
Reconhecemos que o debate sobre os quatro pontos que estavam em pauta
(fidelidade partidária, lista fechada, financiamento
público de campanha e fim das
coligações para
eleições proporcionais) é
necessário, mas
afirmamos que ele é insuficiente e está muito
aquém do que podemos chamar de reforma política,
posto
que reduz a reforma ao sistema político-eleitoral.
O que já era insuficiente (pois desconhecia a democracia em
suas
outras vertentes – direta e participativa – e o
debate sobre o
judiciário e as comunicações)
transformou-se num
ajuste casuístico de interesses com vistas às
próximas eleições. O resultado da
votação, portanto, desfigura ainda mais o que
está
sendo chamado de reforma política e não pode mais
sequer
ser nomeado de reforma eleitoral. Se antes, mesmo com a reforma
mínima, havia alguma possibilidade de
alteração de
regras do sistema político brasileiro, agora estas chances
estão ainda mais reduzidas.
Diante deste quadro, é inaceitável e
ilegítimo que
o processo em debate no Congresso Nacional siga sendo chamado de
reforma política e que se discuta, após a
rejeição das listas preordenadas outros pontos
que
estão necessariamente vinculados a este, como o
financiamento
público de campanhas.
Reforçando a nossa posição em
relação a este processo, reafirmamos
também a
reivindicação para que seja instalada
imediatamente no
Congresso Nacional uma comissão especial sobre a
reforma
do sistema político. Por sistema político
entendemos as
diferentes formas de se exercer o poder, em nome de quem
se
exerce o poder, que mecanismos se tem para exercer
e
controlar o poder e principalmente quem tem o poder de
exercer o
poder.
Ë mais do que urgente que o Congresso Nacional responda aos
clamores da sociedade, pois corremos o risco de um
descrédito total da democracia representativa a
medida que
parlamentares votam de acordo com os seus interesses
eleitoreiros e não de acordo com o que
é melhor
para o Brasil.
Assinam esta nota:
Articulação de Mulheres Brasileiras - AMB
Articulação de Mulheres Negras Brasileiras - AMNB
Associação Brasileira de ONGs - ABONG
Associação Juizes para a Democracia
Ação Educativa
Campanha Nacional pelo Direito à
Educação
Comissão Brasileira Justiça e Paz
Comitê da Escola de Governo de São Paulo da
Campanha em
Defesa da República e da Democracia
Cáritas Brasileira
Centro Brasileiro de estudos em saúde –
CEBES
Conselho de Leigos da Arquidiocese de São Paulo
Conselho Latino Americano de Educação - CEAAL
Conselho Nacional do Laicato do Brasil - Regional Sul 1 (São
Paulo)
Conselho Nacional do Laicato do Brasil - CNLB
Consulta Popular Santa Catarina
FASE - Solidariedade e Educação
Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil
– FEAB
Fórum da Amazônia Ocidental - FAOC
Fórum da Amazônia Oriental - FAOR
Fórum Brasil do Orçamento - FBO
Fórum de Entidades Nacionais de Direitos Humanos - FENDH
Fórum Mineiro pela Reforma Política Ampla,
Democrática e Participativa
Fórum Nacional de Participação Popular
– FNPP
Fórum Nacional da Reforma Urbana - FNRU
Inter-redes Direitos e Política
Intervozes
Instituto de Estudos Socioeconômicos –
INESC
Instituto São Paulo de Cidadania de Política
Iser Assessoria
Marcha Mundial das Mulheres
Movimento de Combate à Corrupção
Eleitoral - MCCE
Movimento Nacional de Direitos Humanos - MNDH
Movimento Pró-reforma Política com
Participação Popular
Movimento dos Trabalhadores rurais sem terra – MST
Nova Pesquisa
Observatório da Cidadania
Processo de Diálogo e Articulação de
Agências Ecumênicas e
Organizações
Brasileiras - PAD
Rede Brasil Sobre Instituições Financeiras
Multilaterais
Rede Feminista de Saúde
Sempreviva Organização Feminista - SOF
Serviço Pastoral dos Migrantes
Sindicato dos Professores do Rio de Janeiro
Contatos:
Aldalice – 91 9994 4974
Eliana Magalhães – 61 3212 0200
Guacira Cezar de Oliveira – 61 3224 1791
Jose Antonio Moroni – 61 9965 8560
Luciano Santos – 11 9935-6444
Silvia Camurça – 81 3445 2086
CRESS - RJ lança I Prêmio de
Visibilidade das Políticas Sociais e do Serviço
Social
O
Conselho Regional
de
Serviço Social da 7ª Região
lançou o I
Prêmio de Visibilidade
das Políticas Sociais e do Serviço Social. A
proposta
é premiar trabalhos de comunicação e
áreas
afins, bem como experiências profissionais de assistentes
sociais, que contribuam para uma visibilidade adequada do que sejam
políticas sociais e Serviço Social.
Haverá prêmio para os cinco primeiros
classificados na
área de comunicação e de
Serviço Social.
Para obter mais informações clique aqui.
CFESS marca presença no Dia Nacional de
Luta contra as Reformas Neoliberais
Movimentos sociais se manifestaram nesta
quarta-feira (23) contra redução de direitos
O
Conselho
Federal de Serviço Social participou nesta quarta-feira, 23
de
maio, em Brasília, da manifestação
contra os
ataques aos direitos dos/as trabalhadores/as e contra a atual
política econômica que prioriza o pagamento dos
juros da
dívida em detrimento da ampliação das
políticas sociais. Em todo o Brasil, aconteceram
manifestações com a
participação de
diversos movimentos sociais.
Os/ as manifestantes promoveram atos nos centros das grandes cidades,
escolas, universidades, paralisações nos locais
de
trabalho e trancamento de rodovias.
Em Brasília, estima-se que estiveram presentes mais de oito
mil
pessoas na Esplanada dos Ministérios. Em suas faixas,
cartazes e
palavras de ordem, os/as manifestantes demonstraram a
indignação diante das medidas do governo Lula
contra
direitos históricos da classe trabalhadora contra as
reformas da
previdência, universitária e trabalhista, contra o
PLP
01/07 que congela por 10 anos os salários dos/as
funcionários/as públicos/as.
Para a conselheira, Ivanete Boschetti que representou o CFESS
“a
manifestação é muito importante na
atual
conjuntura porque indica a retomada das lutas coletivas em defesa dos
direitos e reafirma a resistência dos/as trabalhadores/as
à ofensiva capitalista”.
Clique
aqui para ver as fotos da manifestação em
Brasília.
Prorrogado o prazo para o envio de trabalho ao XII
Congresso Brasileiro de
Assistentes Sociais e IV Encontro Nacional de Serviço Social
e
Seguridade
A
Comissão
Organizadora do XII Congresso Brasileiro de Assistentes Sociais e IV
Encontro Nacional de Serviço Social e Seguridade, a ser
realizado na cidade de Foz do Iguaçu, de 28 de outubro a 02
de
novembro de 2007, prorrogou o prazo para envio de trabalhos,
até
18 de maio, às 12 horas, impreterivelmente.
Mais informações: www.cbas.com.br
CONANDA se manifesta contra PEC da
redução da idade penal
Nesta sexta-feira, 27 de abril, o
Conselho
Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA)
soltou uma Nota Pública posicionando-se mais uma vez contra a
aprovação Proposta de Emenda Constitucional (PEC)
que
reduz a idade penal de 18 para 16 anos. Clique
aqui para ler a Nota Pública do CONANDA.
A Proposta de Emenda
Constitucional
(PEC), que prevê a redução
de 18 para 16 anos da idade penal, foi aprovada na última
quinta-feira (26),
por 12 votos a 10, na Comissão de
Constituição e
Justiça (CCJ) do Senado
Federal. A PEC vai agora para o Plenário da Casa, onde
passará por dois turnos
de discussão e votação.
Segundo
o Jornal do Senado,
em sua edição de hoje (27/4), “o
governo quer derrubar a proposta em Plenário. O relator,
Demostenes Torres,
afirmou que jovens entre 16 e 18 anos têm capacidade de
discernir
atos
delituosos. O líder governista Romero Jucá previu
que a
matéria terá longa
tramitação, durante a qual serão
apresentadas
emendas”. O Jornal ainda divulgou
o posicionamento da senadora Patrícia Saboya que, entre os
argumentos que
utilizou para defender os direitos desses jovens, lembrou que eles
respondem
por apenas 10% do total de delitos no país,
índice
estável há dez anos e abaixo
da média mundial, de 11,6%.
Assistentes
Sociais
comemoram o Dia Internacional do Serviço
Social
Assistentes sociais de toda parte do mundo
celebraram, no dia 27 de março, o
Dia de Ação Internacional do Trabalho Social,
promovido
pela Federação
Internacional de Trabalho Social (FITS), juntamente com 84
nações que
integram o grupo.
A ação teve como objetivo realçar o
trabalho dos
(as) assistentes sociais que
contribuem para ampliar os direitos das pessoas em todo o mundo.
Veja
aqui documento produzido pela Assistente Social Laura
Acotto, presidente da região América Latina e
Caribe da
FITS.
CFESS
participará da
elaboração da proposta de
reestruturação do Serviço Social na
Previdência Social
O Conselho Federal de Serviço Social (CFESS) e
o Ministério da Previdência Social (MPS)
decidiram, em
reunião realizada no dia de 7 de março, em
Brasília, criar um Grupo de Trabalho (GT) para reestruturar
o
Serviço Social no INSS. Além do CFESS e do
Ministério da Previdência, o GT será
composto por
representantes do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS)
e
do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
O GT terá como objetivo apresentar uma proposta que
contemple as
novas exigências quanto aos serviços
específicos
que serão prestados pelo assistente social à
população previdenciária, e
àquela
necessitada dos benefícios assistenciais, de modo a
subsidiar a
realização de concurso público para
analista
previdenciário com especialização em
Serviço Social.
O grupo de trabalho irá discutir o papel do assistente
social
bem como definir suas atribuições,
competências e
funções no âmbito da
Previdência Social,
readequando a estrutura existente às demandas atuais.
Durante a reunião com o Secretário Executivo do
Ministério da Previdência, Dr. Carlos Eduardo
Gabas e com
o Presidente do INSS, Dr. Valdir Moysés Simão, a
presidente do CFESS, Elisabete Borgianni, entregou àquelas
autoridades, documento com reivindicações da
categoria,
sendo, entre elas, a necessidade de realização
imediata
de concurso público para preenchimento dos cargos de
analistas
previdenciários com formação em
Serviço
Social. “É urgente que a Previdência
Social abra este
concurso. Há uma carência e sabemos que o
usuário
está desatendido por estes profissionais”, lembrou
a presidente
do CFESS.
Participaram também da reunião no
Ministério a
conselheira do CFESS, Rosa Helena Stein, a Presidente do Conselho
Regional de Serviço Social 9ª Região/SP,
Eutália Guimarães Gazzoli, a Diretora da
Faculdade de
Serviço Social da PUC/SP, Maria do Socorro Reis Cabral.
Na elaboração do documento além das
assistentes
sociais citadas acima participou também a Conselheira do
Conselho Regional de Serviço Social 8ª
Região/DF
Alda Cidade. O documento teve o referendo da
Associação
Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS) e
da
Asociación Latinoamericana de Escuelas e
Investigación en
Trabajo Social (ALAIETS).
Clique
aqui para acessar a íntegra do documento entregue ao
Ministro da
Previdência Social.
|